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Coral Moura Dubeux: 11 anos de história

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Iniciativa cultural já é uma tradição nos corredores da empresa

Você sabia que a Moura Dubeux conta com um coral próprio, que se apresenta todos os anos desde 2010? São mais de 11 anos promovendo o espírito de união entre os colaboradores.

Tudo começou quando a MD passou a promover a benção de Natal, evento ecumênico realizado internamente na empresa. João Corte Real, hoje supervisor da área de segurança do trabalho, teve a ideia de convidar Kléber Santana, contador, para reger o coral.  “Como eu cursava Licenciatura em Música, fui encarregado de realizar os ensaios e reger os participantes”, conta Kleber.

Buscar a perfeição técnica no canto nunca foi a prioridade do coral MD. O objetivo é socializar, criar um sentimento de equipe e proporcionar aos participantes momentos de prazer e descontração. A cada evento realizado, são marcados encontros especiais, sempre no intervalo do almoço.

Ângela Frutuoso, coordenadora de atração e seleção MD, é a responsável por reunir e atrair novos integrantes para o coral a cada ano, quando novos participantes ingressavam e outros não conseguiam mais cantar. O que torna cada apresentação, de certa forma, única.

“Não temos um número fixo de pessoas, todos que desejam participar são bem-vindos. Ensaiamos sempre no mês anterior à apresentação no Espaço Soma, voltado para treinamento e desenvolvimento”, conta.

 

Primeira formação do Coral Moura Dubeux, em dezembro de 2010


OS “CALOUROS” DE 2021

Em 2021, colaboradores recém-chegados foram convidados a participar do coral, e para eles, essa foi uma ótima demonstração de boas-vindas. Cantores de “primeira viagem” que participaram da benção de Natal MD, Rita, Karine e Asafe adoraram a experiência e pretendem repeti-la mais vezes.

“Eu achei o clima da Moura ótimo, me senti acolhida. Já estou ansiosa para próximos corais. Espero que em 2022 que tenha coral junino, de carnaval”, disse Rita Medeiros, analista de benefícios e remuneração.

“A minha gestora Angela me convidou a participar, a tentar, e se eu gostasse ficaria.  Já participei antes de grupos jovens na igreja, me identifiquei bastante”, conta Karine Gomes, analista de atração e seleção

Já o estagiário jurídico Asafe Dias não cantou, mas tocou percussão, em um instrumento chamado “tanajura”. “As meninas sabiam que eu já tinha sido baterista e fui convidado a tocar. Mas melhor que a apresentação foram os encontros, os ensaios”, conta.

E que venham as próximas apresentações, encontros e momentos!

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