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Tecnologia que você não vê, mas sente

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Canteiros de obras MD combinam técnicas avançadas e tradicionais para o conforto dos futuros moradores 

 

tec·no·lo·gi·a

sf

1 Conjunto de processos, métodos, técnicas e ferramentas relativos a arte, indústria, educação e outras áreas.
Dicionário Michaelis On-line

 

Quando falamos de tecnologia em residenciais, a primeira imagem que nos vem à cabeça são itens como automação, sistema de identificação, Wi-Fi e outros. Mas e quanto à tecnologia que é “invisível”?

“A construção civil hoje, nesta era de avanços cada vez mais acelerados, vive um paralelo entre práticas tradicionais e novas tecnologias”, observa João Vitor Machado Carneiro, Engenheiro de Processos na MD desde 2017.

Na Moura Dubeux, técnicas inovadoras estão presentes em todas as etapas dos empreendimentos, desde a concepção dos projetos até a execução das obras e entrega. Tudo para proporcionar o padrão MD que você já conhece e confia.

 

PROJETO

Cada projeto habitacional desenvolvido no Brasil deve cumprir a NBR 15575, conhecida como norma de desempenho das edificações. Na MD, adotamos softwares especiais que avaliam o perímetro do empreendimento e simulam as melhores condições acústicas, térmicas e de iluminação em cada ambiente.

“A partir desses dados, determinamos se será necessário um tratamento acústico especial, o tipo de sistema de vedação que deve ser utilizado e outras informações executivas importantes para a execução da obra”, completa João Vitor Machado.

 

PLANEJAMENTO E MATERIAIS

Após a definição do escopo do projeto, é chegada a hora de planejar como será a execução da obra. Utilizamos para planejamento inicial o conceito de linha de balanço.

“Temos os serviços dispostos por pavimento e por mês, e criamos o planejamento das atividades que é detalhado posteriormente em nível de ambiente a ser executado para cada serviço. Depois, traduzimos esse planejamento em números previstos que são controlados mensalmente“, explica João Vitor Machado.

Desta forma, a gestão da obra planeja a contratação de materiais e serviços para que o setor de suprimentos possa negociá-los e os fornecedores entregarem os insumos ou serviços nos canteiros.

O sistema de requisição de materiais das obras é gerenciado através de um sistema de gestão integrada alemão chamado SAP. Neste sistema, são feitas as requisições de materiais pelo engenheiro da obra, que serão submetidas à aprovação seguindo hierarquia cadastrada. Assim que a requisição é aprovada, é hora do setor de suprimentos captar as melhores cotações, negociar com as melhores práticas e treinamentos, e, assim, obter o melhor preço de mercado.

 

EXECUÇÃO 

A MD utiliza, nos seus canteiros, o conceito de Lean Construction, sistema de produção enxuto que reduz desperdícios. Com a economia de matéria-prima, tempo e dinheiro, aumentamos a produtividade e promovemos entregas mais eficientes nas obras.

Dialogando com as diretrizes do Lean Construction, os empreendimentos MD contam com um projeto específico de alvenaria racionalizada, cujo objetivo é mensurar cada ambiente e dispensar a necessidade de quebrar blocos para completar as paredes. “O operário, ao receber o projeto para execução, saberá exatamente onde erguer cada bloco, quadro e caixas elétricas”, afirma João Vitor Machado.

A MD adota o Sistema Toyota de Produção (STP) para executar obras enxutas e eficazes. Esse sistema, desenvolvido pela Toyota na primeira metade do século XX, foi trazido da indústria automobilística para a construção civil. 

Cada um dos canteiros conta com um sistema de Kanban (“cartão”, em japonês). Os cartões controlam a quantidade de material liberado e também organizam a logística de transporte vertical até os pavimentos de execução. Funciona assim:

O operário recebe um cartão kanban com o quantitativo de blocos que vai precisar naquele momento da obra. Ele vai até o Heijunka Box (do japonês “caixa de nivelamento”) e coloca o cartão no pavimento que ele vai trabalhar e no horário certo que está indicado. Então, outro funcionário responsável pela logística já providenciará o material necessário, economizando tempo e otimizando o transporte e logística dos insumos.

Todo o processo de execução é monitorado através de tablets, com um app de FVS (Ficha de Verificação de Serviço). “Quando começamos a elevar uma alvenaria, marcamos que a parede x, do apartamento y, foi erguida. Ao encerrar o serviço, fazemos um segundo checklist para observar se o serviço foi feito dentro dos padrões de qualidade da empresa. Neste processo, não usamos papel, apenas tablets e internet”, conta João Vitor Machado, engenheiro MD.

Então, da próxima vez que entrar em um apartamento Moura Dubeux, você já sabe: nossa tecnologia está presente não apenas nos acabamentos, mas em todos os momentos do projeto.

 

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